Fair Trade é o Futuro

Já ouvir falar sobre o tema “Fair Trade”?

Em tradução livre significa Comércio Justo, e anda juntamente com o consumo consciente e mais responsável. Mas afinal, como funciona o tal do Comércio Justo num mundo capitalista?

Bom, a primeira vez que a noção do Fair Trade aconteceu, foi nos anos 60 na Holanda. Porém, hoje que é possível a realização desse movimento, que além de social é uma modalidade de comércio. Esse modo é uma boa e viável alternativa para marcas que buscam e idealizam os ideais sustentáveis. A ideia é estabelecer padrões sociais e ambientais nas cadeias produtivas, a partir da prática de preços justos – em que os trabalhos recebem salários além das coisas essenciais para se manterem-.

Nessa ideia também entra a sustentabilidade, o que garante e respeita a preservação do ecossistema em que está sendo usado, e por se tratar de comércio, a competitividade é presente, afinal tem o foco em pequenos e médios produtos (diferentemente dos grandes latifundiários de monocultura). Resumindo, é uma relação comercial honesta.

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Há diversas marcas que já aderiram esse novo modo de comércio, como a People Tree, que é reconhecida como a pioneira no Fair Trade e em moda ecologicamente sustentável. No site da marca, eles contam que o comércio realizado por eles reconhece, promove e protege a identidade cultural e a habilidades tradicionais de pequenos produtores, refletindo diretamente no design de artesanatos, produções de comidas e outros serviços relacionados. Além disso, realçam que o Comércio Justo não é apenas pagar o preço justo, é um modo de fazer negócios totalmente diferente.

Mais próximo de nós, há a The Body Shop, que em sua primeira visita ao Brasil, a fundadora da marca de cosméticos resolveu criar alternativas econômicas para que os índios Caiapós não precisassem viver do corte da madeira, assim os transformando em fornecedores da matéria prima para alguns de seus produtos. Assim, a Body Shop se tornou a primeira empresa internacional de comércios à realizar esse comércio, tendo como compromisso negociar de forma equânime em todos os níveis de sua cadeia produtiva.

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Algumas outras marcas já estão realizando seus negócios nesse modo, como a Everlane, Patagônia, Fair Trade Winds, a pioneira People Tree e várias outras. Há também as marcas que realizam coleções ou parcerias com organizações de Comércio Justo, como a brasileira Osklen, Stella McCartney e a Vivianne Westwood.

Essa idealização é algo real, e que promete ser o futuro das negociações.

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