Dicas de filmes sobre a comunidade LGBTQIA+ para refletir

No dia 28 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Orgulho LGBTQIA+. Essa celebração ocorre desde um evento marcado pela terrível perseguição policial sobre grupos LGBTQIA+, dentro de uma balada nos Estados Unidos em 1969.

Nesse momento, compreendemos a importância de refletirmos sobre nossas atitudes, além de buscar entender a trajetória da comunidade em diversos espaços. E para que isso aconteça a base é escutar e se informar. Pensando nisso, nesta semana o Repassa irá destinar suas redes sociais para narrativas da comunidade LGBTQIA+. Nosso propósito é dar voz e oportunidade para tantos casos que fazem parte da nossa história. Atualmente, o Repassa possui cerca de 19,6% de colaboradores que se identificam como pertencentes ao grupo. E acreditamos que um time diverso nos ajuda a criar soluções mais criativas e inovadoras, praticando a empatia e solidariedade no dia a dia.

Para começar essas reflexões e treinarmos a empatia, separamos alguns filmes que abordam as dificuldades desses grupos. Então, pega a pipoca e vem com a gente:

O filme Moonlight: Sob a luz do luar acompanha a vida de Chiron e a descoberta da sua sexualidade desde a infância até a vida adulta. O filme aborda a realidade de um jovem negro periférico da cidade de Miami. O menino em sua história conta com uma mãe viciada e ausência paterna em sua trajetória, que logo é substituída pela presença do traficante Juan.  O filme fala sobre afeto e descobrimento, e foi vencedor do Oscar de melhor filme em 2017.

O filme Filadélfia lançado em 1993, conta com a participação de Tom Hanks protagonista, e Denzel Washington seu advogado. A história retrata a vida de um advogado que após ser exposto como portador da AIDS é demitido. Com ajuda de seu advogado, homofóbico, ele processa a empresa encarando muito preconceito na luta pelos seus direitos. O filme retrata o preconceito que ocorre nos ambientes de trabalho em relação aos homossexuais, acontecimento que vemos até hoje. Além de outros prêmios, o filme contou também com o Oscar de melhor ator dado a Tom Hanks em 1994.  

Em 1926, dois artistas se casam, Einar e Gerda Wegener. A narrativa começa quando a pintora Gerda decida vestir seu marido de mulher para pintá-lo, isso porque as modelos que a mulher costumava contratar estavam todas ocupadas. Com o decorrer dessa história, Einar inicia sua transformação, passando a se chamar de Lili Elbe, que conta com o apoio de sua esposa, que apesar de conturbada e resistente dá suporte ao seu marido. Lili Elbe nasce: “Não posso negar, pode soar estranho, mas me senti bem na maciez das roupas femininas”, escreveu Einar em seus diários. Lili se muda para a Alemanha com o intuito de passar pelas cirurgias de redesignação sexual, no Instituto de Pesquisa Sexual de Berlim, comandando pelo sexólogo Magnus Hirschfeld.O filme a Garota Dinamarquesa conta uma história real, da artista Lili Elbe, a segunda mulher trans que passou por uma vagenoplastia.

 O filme Girl foi produzido pela Netflix em 2018, a produção é belga e conta a história de uma bailarina transexual chamada Nora Monsecour. A narrativa conta a história de uma garota transgênera adolescente, que treina para se tornar uma bailarina. No decorrer do longa, a menina passa por diversas situações que mostram algumas barreiras que a Lara, nome da personagem principal, passa em seu cotidiano, para conseguir alcançar seu sonho.

O filme Hoje eu quero voltar sozinho é um longa brasileiro que conta a história de uma adolescente homossexual com deficiência visual. O filme é tratado com muito sensibilidade e mostra as descobertas amorosas desse adolescente, chamado Leonardo. Além de conhecer sobre sua sexualidade, o adolescente ainda tem que lidar com uma mãe super protetora e os obstáculos diários por ser um jovem gay e deficiente. Em maio de 2015 , o filme concorreu na categoria de Melhor Lançamento Limitado na 26ª edição dos Glaad Awards , que é considerado um dos prêmios mais importantes do mundo atribuído a comunidade LGBTQIA+

E aí, já assistiu alguns desses filmes? Conta aqui para nós o que achou.

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